A reabilitação urbana tem sido um dos grandes motores de renovação das cidades portuguesas, sobretudo em zonas históricas e centros urbanos em declínio. Esta tendência não só devolve vida a edifícios degradados, como também contribui para uma ocupação mais inteligente e sustentável do território. Mas como garantir que esta reabilitação respeita os valores patrimoniais e, ao mesmo tempo, melhora a eficiência energética dos edifícios?
Na Arqenbar, temos apostado em soluções que conciliam estes dois objetivos. As nossas intervenções incluem o uso de isolamento térmico em capoto, substituição de caixilharias por janelas com rutura térmica e vidro duplo, sistemas de aquecimento e refrigeração mais eficientes e a utilização de materiais sustentáveis, como madeira certificada e tintas com baixo teor de compostos orgânicos voláteis.
Estes melhoramentos não só reduzem significativamente os custos energéticos a longo prazo, como também valorizam o património imobiliário. Estudos mostram que um edifício bem reabilitado pode valorizar-se entre 20% e 30% no mercado.
Com incentivos fiscais como o IVA reduzido em obras de reabilitação e isenção de IMI e IMT em zonas ARU (Áreas de Reabilitação Urbana), é o momento ideal para recuperar com responsabilidade.

